quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Vá, que está chovendo.


Começou a chuva, menina. 
Solta teu cabelo, corre e vá dançar. 
Não, não tenha medo dessas luzes estranhas no céu, não grite a cada som trêmulo. 
É só... bem, não importa. 
Vá e dance. 
Divirta-se. 
Vá ver como não precisa de sol para ser feliz. 
Pule, cante, corra, chute a água que cai. 
Não pense se ficará doente, todos ficam um dia, que seja, então, por um bom motivo. 
Ande, se apresse que nesses dias de dezembro não costuma durar muito tempo. 
Logo irá cessar.
Vá molhar a roupa, os pés, o cabelo, o corpo inteiro... molhar, 
que lavar é só mesmo a alma. 
Chame teus amigos, mostre-lhes como é que se banha de chuva. 
Vá se lembrar de como é bom voltar no tempo, vá tirar toda a tristeza, vá substituir o cansaço. 
Vá ser feliz de novo.
Vá aprender a viver. 

Luz. 

Thaís Peace 

sábado, 22 de dezembro de 2012

Formandos: Turma de 2012.


Quando nós entramos aqui no Graham Bell, havia insegurança e um certo medo por não conhecer ninguém - é o que acontece com todos os alunos novos de todas as escolas - 
mas em pouco tempo já estávamos nos conhecendo e partilhando de uma busca. 
Busca essa que não termina aqui, esse é apenas o começo. 
Eu costumo dizer que ninguém faz Curso Normal e sai Normal do Curso Normal, todo mundo tem algo à dizer do curso e todos nós temos um olhar diferente à educação agora. Mesmo que ela não seja a carreira que quer seguir, tenho certeza que hoje, você a vê com olhos de quem entende os problemas e sabe como solucioná-los. É difícil, nós aprendemos isso durante o próprio curso... quantas coisas não tivemos que ouvir. É, ninguém disse que iria ser fácil, e na verdade, é o infortúnio na luta que faz da vitória um grande feito. Hoje estamos aqui pela última vez com nossos uniformes de gala, pela última vez como alunos. Somos hoje chamados a fazer um juramento, e ele, mesmo que a profissão não seja seguida, vai nos servir como lembrança de tempos que foram sofridos, cansativos, mas felizes. Conhecemos profissionais fantásticos, fizemos amigos inesquecíveis e somos hoje pessoas diferentes das que entraram aqui há três/quatro anos atrás. Hoje sentimos o gosto da vitória após uma luta árdua e temos a certeza de que dias melhores sempre virão, mesmo que tenhamos que buscar incansavelmente por melhores condições, por nossa valorização profissional e pessoal. Hoje, professores, somos a esperança de um país, somos aqueles que buscarão a conquista. Nosso tesouro está longe, mas quem disse que não podemos correr para alcançá-lo? Somos jovens afinal, temos uma vida pela frente, e cá entre nós, somos tão capazes quanto qualquer pessoa. Por isso, amigos, companheiros de trabalho, não cansem porque cada dia que passa temos mais experiência, mais força e mais coragem para ultrapassar os limites e surpreender cada um que duvidou da nossa capacidade. 
Parabéns, Formandos de 2012. 

Luz. 

Thaís Peace,
discurso de formatura.  

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Ele e insônia.


Essa já deve ser a terceira vez que se levanta. O som do ventilador confunde-se com a música que ela colocou. 
Indie Rock. 
Pra dar sono, pra parar de pensar, pra parar de querer. 
Seu pai chega às 5 e pergunta-lhe o que há. 
"Há o que há todas as noites", ela pensa. Mas simplesmente sorri e responde um "nada" vazio.  
Pega seu livro de sonhos, que talvez seja apenas um bloco de anotações mesmo, e começa a despejar, naturalmente, as palavras que saltam-lhe ao pensamento. 
Escrever é melhor do que lutar contra a insônia. 
Ela pensa em correr, pensa em histórias, em vestibular, em mudar a cor do quarto; ela pensa em desligar o ventilador, pensa em sair, pensa no que vai dizer a ele depois da briga de ontem. 
Pensa em mandá-lo à puta-que-o-pariu, mas na verdade, ela é que precisa ir a algum lugar. 
Ela pensa na próxima cor de esmalte que usará. Pensa nele. Pensa em tomar alguma coisa. Pensa nele. Pensa em tomar um banho. Pensa nele. Pensa em parar de pensar. E pensa nele. 
Porra!
Sua mão começa a doer antes do esperado e sua resistência à dor (qualquer que seja) nunca foi motivo de orgulho. 
Joga o livro de sonhos de lado. Pensa nele. Desliga a música. Pensa nele. Apaga a luz. Pensa nele. Deita-se. Pensa nele. E então volta a lutar contra a insônia.
E pensa nele. 

Luz.

Thaís Peace

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Lágrimas de Chuveiro


Toda essa dor escorrendo em um pranto disfarçado pelo banho quente. Me sinto idiota por estar aqui molhada, com frio e deixando que a água caia confundindo minhas lágrimas. 
Eu não sou assim, isso foi você que me fez. Sinto falta do meu sorriso... mesmo do falso. Devolva-me cada alegria roubada, pois tu não tens o direito de tirar o que tenho de melhor; até porquê, não vais usá-las de jeito algum. 
"Amarás aquele que ama o outro."
Bem verdade. Minha verdade. 
Verdade que deveria estar errada e no entanto é a única certeza que tenho de você. 
A água continua caindo sobre mim, tão quente. E agora não consigo imaginar ou querer teu corpo junto ao meu. 
As palavras não ditas, dessa vez, prejudicaram o que temos.
[tínhamos]
Mas eu sei, não posso cobrar nada. Preciso somente me levantar desse chão, preciso me secar, vestir, estar bem. 
Não posso mais chorar. 
Não aqui, não hoje. 
Não por você. 
Desliga a água e volta a viver. 

Luz.

Thaís Peace

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Pense. Ame. Viva! entrevista Banda Swell.

Da esquerda pra direita: Vincent, Márcio, Lucas, Zoreba e Kadu. 

É com enorme alegria no coração que mostro-lhes a entrevista que fiz com a Banda Swell. A banda é formada atualmente por Lucas Solaris (Vocal), Kadu Carvalho (Guitarra), Daniel Zoreba (Saxofone), Márcio Iahn (Baixo) e Vincent Renault (Bateria). A conversa rolou em clima de descontração com o Lucas e com o Kadu, que foram super simpáticos, carinhosos e pacientes com minha falta de desenvoltura na entrevista! Afinal, além de ser a primeira entrevista da minha vida, é com uma banda que amo demais e há tanto tempo! Batemos um papo super legal sobre a nova fase da banda, as mudanças ocorridas em oito anos de estrada e o lançamento do novo disco "Seu canto, Nosso canto", que sai do forno no próximo dia 31, às 16:20; disponível aqui mesmo na internet.
Sem mais, deixo vocês com a banda Swell!

Dá pra ver a felicidade no meu sorriso, né?

Thaís Peace: Como tudo começou?
Kadu Carvalho: Olha, eu não sou a melhor pessoa pra responder isso porque eu entrei na segunda formação. Mas na primeira formação da banda, os caras se conheceram como a maioria das bandas se conhecem; no mesmo bairro, na mesma escola. Mas a partir do momento que eu entrei na banda houve outras trocas de integrantes, entrando a galera já se conhece da cena mesmo. O Lucas eu convidei depois, porque eu já conhecia pelo trabalho solo que ele tinha... e foi assim que se chegou nessa formação atual.
Lucas Solaris: Na verdade essa nova formação só chegou a fazer um show até agora, que foi em São Paulo e a gente ainda estava na transição da formação, onde tocamos com outro baterista. Agora, com a entrada do Vicent fechamos a formação, e a Swell está pronta!!


Por quê Swell?
Kadu: Nós herdamos o nome Swell da primeira formação, que só tinha surfista e agora tem mais skatista do que surfista na banda (Risos). É que Swell, significa a "ondulação", que vem chegando devagar até formar as boas ondas que quebram com força na praia.
Lucas: Como o nosso som é bem "praieiro", e temos a mesma intenção da "ondulação", ou seja, chegar suave pra depois quebrar tudo, com força, achamos que o nome tem tudo a ver com o espírito da banda.


Por que os outros integrantes saíram e como que está sendo essa nova formação?
Kadu: Tudo começou com a saída do Diego (antigo vocalista), que também trabalhava com edição de vídeos, e acabou optando por esta carreira e a gente respeitou sua decisão. Como ele era o vocalista principal, o nosso "front man", a gente pensou: "Ou procuramos um novo vocalista, ou alguém da banda assume, no caso eu." Decidimos por convidar o Lucas, que vinha desenvolvendo um trabalho solo bem interessante onde ele era o vocalista de uma banda virtual! Então... uma banda sem vocalista + um vocalista sem banda = união perfeita! (Risos) E os outros caras que saíram, o baixista e o baterista, também optaram em seguir outros rumos, ficando apenas eu e o Zoreba.
Lucas: Eu sou de Recife (PE) e já estou há dois anos no Rio, e um dos primeiros shows que fiz aqui foi num evento em que a Swell também tocou. E ali mesmo já pensei: "Pô, esses moleques são da minha vibe." Nessa época eu tinha meu projeto solo, mas estava meio cansado de fazer tudo sozinho... compor, tocar, viajar! E quando o Kadu me convidou, eu aceitei de boa!!


Juntou o útil ao agradável, então?
Lucas: É, o CD é a prova disso, dos encontros e desencontros inesperados onde cada um que entrou trouxe a sua bagagem musical, gerando uma nova Swell, mas sem perder a sua essência. Como aconteceu também com a entrada do Márcio Ihan assumindo o baixo e do Vincent assumindo as baquetas, já que o Paulo Vitor saiu antes de lançarmos o CD.
Kadu: É, o Paulo Vitor é um grande parceiro nosso, e graças a Deus nunca rolou de ninguém sair da banda por inimizade. Ele saiu porque morava em outra cidade, tinha pretensão de mudar-se para o Rio, o que acabou não acontecendo, dificultando a sua permanência na banda.
Lucas: É, mas foi ele que gravou todas as baterias do CD e o nome dele vai estar nos créditos do disco. Diz ele que com isso já ficará feliz pra caramba! O Paulo Vitor continua sendo nosso parceiro!!


Os fãs sentem quando saem alguns integrantes. Como vocês viram a reação do público quando saiu grande parte da banda? Por que cada fã tem aquele cara que se identifica mais, né?
Lucas: Então, é exatamente isso que a gente vai experimentar com o CD novo, nessa nova fase. A gente está lançando agora um novo trabalho com a nova formação, isso será a Swell a partir de agora! Houve várias mudanças, e a reação do público a elas só vamos descobrir com tempo...
Kadu: É natural essa sensação de perda no público quando algum integrante sai, sempre fica aquela sensação de vazio, e aí vem os questionamentos: "E agora, será que vai mudar muito? Como é que vai ser, será que vai melhorar ou piorar?" Isso é natural, mas depois a galera se acostuma. Eu acho que eu não conseguiria viver é sem tocar, sem ter uma banda. Então a gente se viu obrigado a fazer essas mudanças para podermos continuar em frente!!


Não dá pra perder, galera!

Falando no CD novo... Lucas, você fez uma participação na música do Oriente (Hoje eu me sinto tão bem), e o Bonde da Stronda e também Igor Bidi vão fazer uma participação no CD de vocês... isso é uma influência do rap?
Kadu: Não, não é uma influência. A gente optou por experimentar novos sons, fazendo parcerias com quem não tinha absolutamente nada a ver com a gente... Tal como aquele "Estúdio Coca-Cola" que rolou a um tempo atrás, que unia vertentes totalmente opostas num mesmo palco.
Lucas: Exatamente, na música que o BDS participa por exemplo, ela começa com um som mais eletrônico, que é a parte que a gente canta, e a parte que eles cantam é mais com o som da banda. Então teve essa mistura que ficou bem legal, nós fizemos com a pegada eletrônica deles e eles fizeram com a nossa pegada de banda.
Kadu: E no caso da música "Hoje eu me sinto tão bem", eu acho que é o Oriente que faz participação na música. (Risos)
Lucas: É, essa música eu já tinha lançado no meu trabalho solo e certo dia eu toquei numa roda de rima, que é uma das coisas que acontecem na cena rap, e ali eu conheci os moleques do Oriente. Eles acharam a música legal, fizeram as rimas e resolvemos gravar. Como eles incluíram no Cd deles, ficou parecendo que a música era deles com a minha participação. Mas agora nós demos nova roupagem ao arranjo da música, versão Swell, e fará parte também do nosso CD, contando com a participação do Oriente.
Kadu: Tem a participação do Diego Miranda também, vocalista do Scracho, que é nosso camarada de longa data e a gente tem o maior respeito e admiração pelo trabalho deles. Nesse caso, esta participação tem mais a ver com o nosso som.
Lucas: Lembrando que o Igor Bidi também faz participação numa música, ele que é um parceiro nosso que faz rap de primeira e que, mermão, ficou alucinante, foi a música que ficou mais rock com rap, tipo muito rápido. Ficou legal pra caramba, flipadão!!! (Todos riem com a empolgação do Lucas ao falar da música!)


Então o rap é presença certa no "Seu canto, Nosso canto"?

Kadu: É, e muito por causa do Lucas que gosta de experimentar misturas de sons em suas músicas, mas atualmente com bastante influência de rap. E por ele ser o vocalista, acabou por trazer essa vertente com mais força pro nosso som.
Lucas: É, hoje em dia todo mundo pergunta qual é o estilo da Swell, e a gente fala que é um rock com rap e com reggae. E antes era uma parada mais surf music, ska, então a gente fez uma mudança no som, mas sem perder a identidade original da Swell.
Kadu: No CD tem ainda aquelas baladas clássicas de reggae, tem aquelas mais porradas também, que a molecada estava sentido falta, eu digo os cuecas, né... (risos), nesse disco eles não vão sentir muita falta não.


Se vocês não trabalhassem com música, o que seriam?

Kadu: Cara, essa é uma pergunta que eu sempre tive dúvida em responder, porque eu cresci tocando guitarra, sempre sonhei em ter uma banda e trabalhar com isso, então eu não sei exatamente, mas talvez eu pudesse trabalhar com alguma coisa ligada à marketing, publicidade, alguma coisa desse tipo.
Lucas: É, o Kadu é bom em vendas! Kadu tem uma guitarra de dez mil reais que ele comprou por trezentos reais, e ele foi trocando, trocando e hoje em dia ninguém sabe mais. (Risos)
Kadu: Espírito empreendedor, né?! (Risos)
Lucas: É, espírito empreendedor daqueles que se você der pra ele um chocolate... um dia ele será o dono da fábrica do bis! (Mais e mais risos) Já estou cursando publicidade e vou me formar no próximo ano. Mas eu já toco com banda desde os treze anos, então eu sempre vi a minha profissão como músico. Tanto que estou aqui no Rio, botando a cara aí, correndo atrás mesmo do sonho.
Kadu: E acho que os outros meninos da banda, o Zoreba, o Márcio e o Vincent também tem a mesma expectativa sobre profissão, todos tem um plano "B", mas o plano "A" é viver da música. A gente tem a mesma pegada tocando, temos a mesma técnica, é tudo muito equivalente. A gente começou na mesma época, todo mundo da mesma geração, então todo mundo tem o mesmo sonho, por isso que a banda tem essa formação que tem hoje, porque todos da banda resolveram apostar no sonho até o final. Só ficou quem é de verdade mesmo, quem tinha dúvida na carreira optou pelo outro lado e se foi. E a gente está aqui tocando o barco.


É, vocês estão em sintonia, deu pra ver na twitcam que está bem legal mesmo o som.

Kadu: Embora o som da twitcam estivesse ruim, né? (Risos)
Lucas: É, na verdade, está todo mundo ansioso, apreensivo pra lançar o CD. Já queríamos ter lançado a algum tempo mas rolaram alguns imprevistos no caminho, pois tudo é muito difícil pra banda independente...
Kadu: Pois é, o CD foi todo feito por nós, a produção, as prés, a gravação... Foi uma correria imensa!! Mas agora vai sair e a gente está feliz pra caramba com o resultado, pois ficou bem perto do que a gente queria mesmo, bem perto da perfeição!
Lucas: Ah, é impossível chegar a perfeição!!
Kadu: Todo mundo que grava CD, todo mundo do meio sempre tem essa filosofia... O artista nunca está contente com o próprio trabalho!!! Existe uma busca pelo melhor eternamente. Então, se você for perguntar para cada um da banda se a gente está totalmente feliz com o CD, não... sempre tem algo a mais para acrescentar.
Lucas: É, mas isso faz parte. É isso que move as pessoas a buscarem a evolução, tentando melhorar sempre. Mas é isso aí, estamos doidos pra lançar o CD e principalmente pra fazer shows, tocar essas músicas para o maior número de pessoas possível.


Vocês vão lançar o CD pra download no site oficial da banda, assim como muitas outras bandas que ganharam força na internet. Vocês acham que isso é uma tendência a ser seguida pelas bandas já consagradas fora da rede, ou não, é mesmo uma característica só das bandas independentes?

Kadu: Cara, eu acho que não dá pra nadar contra a corrente, CD não vende mais hoje, você tem que lançar tudo de graça na internet mesmo. Não tem como, CD não vende em loja e no Brasil não temos a cultura do download pago. Então a gente optou pelo lado mais fácil de se divulgar música. Tudo bem que a gente tem um custo pra isso, mas na verdade é um investimento! Pra gente tocar o nosso rumo, temos que ter um cartão de visitas, que é o nosso CD. Mas você tentar lucrar com disco hoje em dia é uma realidade que não funciona.
Lucas: As bandas independentes hoje vivem mais dos shows, do merchan... E podem esperar que vamos fazer uma tiragem do CD físico pra ser vendido nos shows, para os fãs que curtem um material autografado pela banda!!
Kadu: Não só as bandas independentes, a grande maioria hoje vive de shows, vive do espetáculo em si, não da venda de CD.
Lucas: E também, além do CD, vamos lançar vários clipes. Pelo menos de umas cinco músicas... e não só lançar o clipe oficial, mas trabalhar em uns web clipes também.


E tem previsão de alguma música pra clipe?

Kadu: Neste momento estamos focados na divulgação do CD, depois lançaremos os clipes...
Lucas: Na verdade a gente quer contar com a ajuda do público para escolher as músicas que terão clipe. É só esperar um pouco, porque nós já temos as nossas apostas.
Kadu: É tipo um termômetro. A gente vai ver quais músicas a galera gosta mais, aí estas estarão mais cotadas pra clipe! E de repente pode rolar clipes com as participações também.
Lucas: Como no CD tem rock, rap, reggae, baladas... de repente rola um clipe de cada vertente, sei lá, são tantas opções!! (risos)


Deixem um recado para os fãs do blog (Que são poucos!) e para os fãs da Swell (Que são inúmeros!)...

Kadu: Fãs do blog, ouçam Swell e sigam o blog! (Risos, risos e mais risos). E para os fãs da Swell... Pô, cara! São poucos também, né, não tem muitos... A Swell é uma banda bem conhecida, mas os fãs que vão aos shows ainda são poucos. Porque a gente, na verdade, está recomeçando; e aquele público que curtia a banda lá no começo, essa galera hoje está mais velha, está em outra vibe, se marcar tem até pai de família... porque a banda já tem 8 anos e nós só começamos a focar o lado autoral em 2006, porque antes a banda tocava cover na noite, e aí não sei se conta!!!
Lucas: É, isso que o Kadu falou é certo mesmo, é um recomeço, estamos lançando trabalho novo, uma identidade visual nova, logo nova, CD novo. A gente está bem feliz com o resultado, mas também estamos doidos pra ter o feedback da galera. E "vamo que vamo" que essa nova fase tem tudo pra ser a melhor fase da banda.
Kadu: O que eu peço pra galera das antigas que ouve Swell, é que eles ouçam esse disco com bastante atenção, sem esperar que a banda fosse tocar sempre a mesma coisa. Nós passamos por essa mudança que foi natural e isso é importante, é a evolução da vida. Então a gente espera que as pessoas ouçam com carinho, e que a gente possa ser uma banda bem sucedida nesse sentido, de ter um material bacana, sincero e que seja uma coisa recíproca, uma coisa verdadeira... Pô, se a pessoa gostou realmente do som... vai lá e busca, pede show da gente, segue a gente no twitter e no facebook. Nós não temos aquela fixação de banda que fica pedindo pra tocar em evento, tipo: "Vote em mim pra tocar no evento tal, entre na nossa página que você ganha um chaveiro da Swell!" Não tem isso! Tem que ser natural, gostou vai lá e faz, entendeu? Eu só quero que o público entenda isso e jogue junto com a gente.


Twitter Facebook Site Oficial

Agradecimentos à: Minha mãe, Talita Lopes, Paloma Pereira, Beto Urbano, Tainã Oliveira, João Pedro Thomé; e claro, todos os meninos da banda Swell.

Luz.


Thaís Peace

terça-feira, 9 de outubro de 2012

"Sou o que quero ser..."


O #MúsicaDoDia hoje é diferente. Pela primeira vez eu coloco um rap e resolvi junto com o parceiro Matheus Costa que deveria ser um rap carioca! 
Quem sou eu é uma canção do grupo Oriente, natural de Niterói, RJ, surgiu em 2008 e desde então seus integrantes Nissin (MC), Chino (MC), Bruno Silva (Violino, Baixo, Flauta, Bandolin), Geninho Beatbox e Forage (DJ, beatmaker e produtor) vem conquistando cada vez mais fãs por onde passam. Quem sou eu é faixa do disco Desorientado, lançado no fim de 2011. A voz feminina que você ouve na música é de Mari Duarte e sua letra é cantada por Chino. Não tem vídeo oficial desse rap, mas vale muito a pena curtir o som do Oriente. 
Oriente-se, Rapaz! 

Quem sou eu, Oriente. 

Eu sou destino incerto, sou estrada, sou andarilho
Sou gente, sou deus, animal, ser humano, sou pai e filho
Sou o que eu vejo, o que tu vê, sou gota d'água, estopim
Eu sou pavio, sou a bomba, sou início, o meio e o fim
Eu sou a cor, sou o cinza, sou predicado e sujeito
Eu sou a cena do crime, sou testemunha e suspeito
Eu sou a luz, sou o escuro, sou criador, sou criatura
Sou a praga, sou a salvação, eu sou a doença e a cura
Sou o que foi feito, o que eu faço, sou futuro do que eu fiz
Sou professor, sou aluno, perfeito eterno aprendiz
Sou cicatriz, sou ferida, sou mago, sou vida e morte
Sou um trevo, sou um duende, sou jogo de azar e sorte
Sou a órbita irregular, gira e volta que o mundo dá
Os quatro elementos, sou terra, sou fogo, sou água e ar
Eu sou alah, krishna, shiva, sou trevas e sou luz
Eu sou buda, sou lutero, sou lúcifer e jesus

Sigo proucurando quem eu sou, sou o que quero ser
Sou ser-humano, permita-se ser
Nas voltas do mundo de um tempo que não passou
Não tento ser o que querem, simplesmente sou o que eu sou

Eu sou o que freud não explica, o que nostradamus previu
A descoberta do século que Einstein não descobriu
Sou um anjo de asa quebrada o cuja auréola caiu
Sou mundo inteiro, mistura, sou caboclo, sou BRASIL
Sou cigarro depois do almoço, o primeiro reet do dia
Sou uma taça de um bom vinho com uma boa companhia
Eu sou fogueira na serra, sou acampamento em martins
Sou tênis velho, sk8 no pé, blusão e calça jeans
Sou tarde chuvosa de terça, metamorfose ambulante
Sou o agora, sou o depois, e tudo que já fui antes
Sou cachoeira, nascente, sou uma vida a brotar
Sou água que percorre um rio, só pra poder ver o mar
Sou uma cantiga de roda, o sol nascendo no inverno
Sou capeta indo pro céu, um anjo queimando no inferno
Sou a cidade turbulenta, sou uma praia deserta
Eu sou a estrada pro abismo indo na direção certa.
Sigo proucurando quem eu sou, sou o que quero ser
Sou ser-humano, permita-se ser
Nas voltas do mundo de um tempo que não passou
Não tento ser o que querem, simplesmente sou o que eu sou
Sigo proucurando quem eu sou, sou o que quero ser


Luz. 

Thaís Peace

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Tudo sob o seu controle.


É, estou me entregando de novo...
Não importa o quanto eu queria continuar lutando pelo contrário, as minhas forças me puxam para você. 
Eu não quero suas promessas, não quero suas palavras, não quero que me diga nada. 
Quero que você me tenha. 
Você não sabe, mas cada brincadeira, cada risada, cada fragmento seu me faz viver, me faz bem, me faz feliz. E quando se cala, o teu silêncio não é o meu tormento e sim o meu descanso, como se eu estivesse em seus braços. 
Não tem jeito, não importa quantas vezes eu me lembre da promessa que fiz a mim mesma; você muda toda a minha configuração e de repente é você que tem o controle sobre mim... 
Não quero acreditar que não seja real porque eu sinto o que você quer, de alguma forma sei que só eu posso fazer você se sentir vivo de novo. 
Só preciso que acredite em mim. 
Quero ir pra casa e quero te encontrar lá quando chegar. 
Preciso dos teus carinhos, preciso do teu calor e da tua voz ao meu ouvido. 
Preciso de você. 
Quero teus beijos e teus abraços só meus. 
Te quero aqui e agora, te quero em qualquer lugar. 
Te quero, te preciso, te amo. 

Luz.

Thaís Peace

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Por um Brasil mais Verde!!


Meus amigos, já está na hora de fazermos algo por nosso maior patrimônio. 
Nossas florestas precisam de nós! 
Leia o projeto, conheça-o e assine! 



Luz. Thaís Peace

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O que eu quero é sonhar a vida inteira...


O que eu quero é sonhar mais e poder viver tudo o que sonho. 
Os sonhos são pra ser vividos e não somente sonhados... 
A gente vive mesmo é pra poder sonhar, e o que é a vida sem os sonhos?
Eu simplesmente não quero viver só vivendo, quero viver sonhando, amando e realizando tudo o que desejo. 
Não quero ter mais ódio, não quero mais cansar da vida, não quero mais chorar... O que eu quero mesmo é sorrir e sorrir sem razão. 
Pra que razão quando se sonha? 
Cadê aquela alegria desmedida que não tem motivo? 
Pra quê motivo?
Eu quero a euforia de uma multidão e a calma de uma rede.
Quero o ar do campo e o sol da praia. 
Eu quero que meus sonhos sejam reais e quero que o seus sonhos sejam verdadeiros. Quero conhecer o mundo inteiro... 
Quero viver intensamente, quero ir até onde o vento vai. 
Quero escrever até cansar, quero poder viver disso, mas não só. 
Quero conhecer sabores, músicas e histórias. 
Eu quero viver bem, e olhar além do que se vê. 
Quero viajar, quero descansar, quero fugir. 
Quero fechar os olhos e ir aonde só meus pensamentos podem me levar. 
Quero ser feliz e sonhar, porque só assim posso ser o melhor que há em mim. 
Eu quero amor, paz, felicidade e dinheiro. 
Quero viver tranquila e estar pronta para o que vier. 
Quero sonhar a vida inteira e sem saber a hora de parar. 
Sonhar é preciso, viver do sonho é necessário. 

"Mais vale sonharmos a nossa vida do que vivê-la, 
embora vivê-la seja também sonhar..."                                                         Marcel Proust

Luz. 

Thaís Peace

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Thaís Peace... Por Douglas Casimiro.


Já tem um tempo que a vida me deu de presente esse amigo tão importante. Mesmo com discussões,  reclamações e brincadeiras que às vezes não precisam ser feitas, Douglas Casimiro é um amigo pra toda hora. Dia desses ele me deu um papel no qual estava escrito o "Rap da Thaís Peace"... como forma de agradecimento sigo mostrando-lhes a obra desse"moleque brabo*"!

Mina linda, inteligente
Pira a cabeça da gente
Seu sorriso me ilumina, é o sol da minha vida
Estar com ela é sempre bom,
Seu olhar é agradável
Seu pensamento é aberto,
Sua fala admirável
Nesse rap não caberia todos os seus adjetivos
Nem explicar o quanto a amo,
Pois são muitos os motivos.
Te amo de coração
Por favor, me entenda...
Você poderia ser perfeita, 
Se não fosse tão lenta.
Comparados às qualidades, 
Seus defeitos não são nada... 
E quem é essa menina? 
Thaís Peace, mina braba! 

Douglas Casimiro
 
 *Moleque brabo é o apelido que ele mesmo inventou.

Luz.

Thaís Peace

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sobre passado, bagagem e vivência...



Eu achei um dia desses um caderno em que eu colocava letras de música, frases, citações... e onde eu comecei a realmente escrever as minhas coisas. 
Eu tinha 15 anos quando comecei esse caderno. 
Vi as letras das músicas e fui buscá-las aqui na internet. E agora eu estou aqui, escrevendo, ouvindo-as e vendo as fotos de muito tempo atrás. 
Bem, não tanto tempo assim, se for contar pelo calendário... quatro anos. Mas eu conto pela coisas que vivi, pelos momentos; e isso o calendário não mostra. 
Era o tempo em que tudo era intenso... As notas ruins eram a morte, as brigas com as amigas nos fazia ficar dias sem nos falar e os amores... Ah!, os amores faziam os olhos inchar! Tudo era para ser vivido como se fosse o último suspiro. 
Me arrependo? Jamais! 
Cada música que ouvi, cada livro que li, cada pessoa que conheci, cada lágrima que derramei, cada sorriso que dei... tudo valeu a pena. 
Tudo o que fiz me fez ser quem sou hoje, e sou exatamente quem quero ser, quem sempre quis ser. 
A visão que tenho hoje do passado é de uma pessoa fora da história, como se eu fosse uma observadora do que vivi; não acho isso ruim, acho que isso é amadurecer. Reconhecer quando acertei e quando errei. 
O passado não volta, não queria que voltasse, a lembrança do que vivemos é aquilo que mantem as lições vivas, sem termos que sofrê-las de novo. É o nosso alicerce, a nossa base, a bagagem que tantos falam. E eu não me importo de forma alguma que a minha mala esteja pesada. 
É isso, coloque na bagagem tudo o que tem, não importe-se com o peso, carregue-a você mesmo e tenha tudo o que precisa, e jamais esqueça de colocar cada vez mais peso, é a história da nossa vida, é aquilo que temos de maior valor. 
Viva cada vez mais, como nos melhores anos da sua vida. 


"A vida é curta
Pra piorar as coisas só vivemos uma
Então temos que aproveitar
Enquanto é tempo
Somos tão jovens,
Vamos viver o momento..."*
Luz. 


Thaís Peace


*Música Apague a Luz, da banda Darvin. Eu ouvia quando tinha 15 anos, e é uma das músicas do meu caderno. 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

"Sobre o que você escreve?"


Me fizeram essa pergunta esta semana e eu fiquei sem resposta. 
De verdade, não sei sobre o que escrevo, são tantas coisas que eu conto aqui, que deixei a questão vaga. 
Hoje, pensando mais sobre o assunto, vejo que tal pergunta não poderia ter resposta. 
Eu escrevo sobre o que vejo, sobre o que amo, às vezes sobre o que não amo tanto assim, escrevo sobre vida, morte, felicidade, sociedade, sobre dança, teatro, cultura. Tantas coisas e me faltam adjetivos para uma resposta. 
São tantas letras digitadas que me deixam confusa sobre um tema único para escrever.
De uma coisa eu sei, escrever é realmente a minha vida. 
Sem escrever tudo em mim seria vazio, estaria escuro, sem caminho, sem rumo. Tudo desandaria se eu não escrevesse, tudo seria nada. E o nada não completa ninguém, não é verdade? Sim, é tão verdade que chega a ser óbvio. 
Eu sei o que sinto dentro de mim quando dizem: "Esta é Thaís, ela é escritora." 
É felicidade e orgulho. 
Vejam, não é prepotência, é realizar um sonho. Não preciso ter livros, não preciso ter fãs, não preciso estar na lista de best-sellers; eu só preciso ouvir o adjetivo escritora relacionado à mim. Gosto tanto disso que não imagino fazer outra coisa. 
Há fatos que compartilho aqui que em outros tempos não contaria nem a meu melhor amigo. 
Existem segredos que só a ultima página do caderno pode saber. Que são implícitos em letras de músicas, em palavras únicas, em desenhos indecifráveis. 
Estes segredos eu vos conto aqui, e não me intimido nunca, por que o que faz um escritor se não transpor em palavras o que há de mais escondido em seu coração? 
É isso o que quero fazer. 
E agora encontro resposta para a dúvida de antes. É isso que escrevo...
...meus segredos subentendidos. 

Luz. 

Thaís Peace

terça-feira, 3 de julho de 2012

"Felicidade é só questão de ser..."


Hoje o #MúsicadoDia é com Felicidade, do Marcelo Jeneci
Essa música linda e gostosa demais não tem parado de tocar no meu MP3, é a primeira faixa do disco Feito pra Acabar (2010). Marcelo Jeneci é uma cantor e compositor paulista que vem conquistando seu espaço na música brasileira com muito talento. Fez músicas com Vanessa da Mata (Amado), Arnaldo Antunes (Quarto de Dormir) e Zélia Duncan cantou suas músicas em seu último show. 
A voz feminina que você ouve não só na música Felicidade, mas em todo o disco de Jeneci é de Laura Lavieri, estudante de psicologia, violoncelo e canto. Com uma melodia incrível, uma letra inspiradora e um clipe encantador, Felicidade vai fazer você "rir sem perceber".
Com vocês...

Marcelo Jeneci - Felicidade
*
Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz. Sem tirar o ar, sem se mexer, sem desejar como antes sempre quis. Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser. Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar. Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz. Se chorar, chorar é vão porque os dias vão pra nunca mais.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você. Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem. Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você. Chorar, sorrir também e dançar. Dançar na chuva quando a chuva vem.
Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar. Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar. Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser. Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você. Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem. Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você. Chorar, sorrir também e dançar. Dançar na chuva quando a chuva vem.
*Não pude postar o vídeo oficial da música, porque o Blogger não encontrou, mas clica aqui que você assiste. 
                                                                             marcelojeneci.com                                                                                                                             
Luz 
Thaís Peace

terça-feira, 12 de junho de 2012

Todas as formas de amor.


É dia dos namorados. Todas as lojas estão repletas de corações e frases de amor, e eu poderia escrever algo extremamente doce e romântico, mas quero aproveitar essa data para falar de algo mais "complicado". 
Hoje em dia é comum a gente sair por aí e ver casais de todos os tipos, porém algumas pessoas (que ao meu ver são completamente ignorantes) insistem em criticar e agredir casais homossexuais e inter-raciais.
É claro que não podemos exigir que todos aceitem essa forma de amor que tantos julgam diferente. Mas o que quero ressaltar aqui é que o respeito deve estar acima de tudo. 
Não posso dizer que entendo completamente o que se passa na cabeça das pessoas que se apaixonam por outras pessoas do mesmo sexo; mas quem é que entende a mente de alguém apaixonado? Tenho certeza que nem os heterossexuais entendem o leque de sensações que passamos quando enfrentamos essa fase
Mas a questão é que estamos constantemente vendo em noticiários gays sendo agredidos e isso sim é inaceitável. 
Seja quem você for, esteja onde você estiver; a compreensão deve estar acima de tudo. 
Ainda é considerado diferente, tudo um tanto novo para a maioria das pessoas, porém não significa que temos o direito de ferir um indivíduo, e isso vale para qualquer tipo de diferença. 
Você tem todo o direito de não entender ou não aceitar algo em sua vida, mas para viver bem em sociedade, você tem o dever de respeitar o seu próximo seja ele como for. 
O que tem maior valor na vida da gente é a bondade e isso não podemos negar a ninguém, somos todos seres humanos, vindos do mesmo lugar e indo para (quem sabe) o mesmo lugar. 
Nesse dia dos namorados celebre, acima de tudo, o respeito, a bondade e todas as formas de amor. 

Bom, eu não resisti e decidi fazer algo romântico nesse post. 
Preparei uma playlist com músicas para ouvir abraçado na rede. 

Minha Jóia - Forfun (É a música tema do meu Namoro!)

"Duvida da luz dos astros, 
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade, 
mas confia em meu amor..."
Willian Sheakespeare
 
Luz.
Thaís Peace

domingo, 10 de junho de 2012

Olha mais um Meme aí!


Leitores, desculpem-me a demora para postar, mas é ano de vestibular e estou quase ficando maluca! Bom, vestibulares à parte, eu não abandonei o blog e a prova disso é que esta semana ganhei mais um meme e de um blog que eu amo demais; primeiro porque é o blog de uma amiga muito querida, e segundo porque é muito rico e lindo, o Manolas Leitoras.
O meme vem com um questionário, então... Mãos à obra! 


Sobre o blog:
1. Quando surgiu a ideia de criar seu blog?
Eu já escrevo há muito tempo, bem antes de criar o blog, e eu tinha vontade expor, então eu achei que fosse a forma mais simples e democrática de fazer isso. 
2. Origem do nome do blog:
Bem, no início se chamava As Palavras Dela, depois eu quis mudar, pensei bem e resolvi colocar Pense. Ame. Viva! porque é sobre o que eu mais escrevo. 
3. Você teve/tem outros blogs além desse?
Eu tenho um Tumblr, mas não o utilizo. Tive um outro blog muito tempo antes desse aqui, mas não foi para frente. 
4. Você já pensou em desistir alguma vez do blog?
Sim, por uns problemas pessoais; mas pensei melhor e eu adoro esse meu cantinho e acho que hoje não me vejo sem ele. 
5. Mande uma mensagem para seus seguidores:
Amigos leitores, eu só tenho a agradecer por todo o carinho e paciência que vocês têm aqui pelo blog. É muito bom quando você faz a coisa que mais ama e vê que tem gente que adora e se identifica com isso. Obrigada de coração e que vocês nunca deixem de pensar, amar e viver com a maior intensidade que puderem. 

Sobre a blogueira:
1. Uma música: 
Sereníssima - Legião Urbana (Me define completamente.)
2. Um livro: 
Donos do Agora, de Rosana Schiavinoto. (Que inclusive é minha seguidora, que emoção!)
3. Um filme: 
Além do Quadro Negro e Diários de Motocicleta. (Mais de um, pode?)
4. Um hobby:
Assistir a séries e documentários. 
5. Um medo:
De ficar sozinha, de não realizar meus sonhos, de não poder escrever mais... são tantos que a gente tem. 
6. Uma mania: 
Roer as unhas, falar sozinha e cantar em momentos inconvenientes. (Três, pode?)
7. Um sonho:
Publicar um livro é sonhar alto demais?
8. Não consigo viver sem: 
Café. 
9. Tem coleção de alguma coisa?
Sim, coleciono marca páginas e resenhas de livros. 
10. Gostaria de fazer alguma pergunta aos próximos participantes?
"Qual é a melhor coisa de ter um blog?"
11. Do que você mais gosta no seu blog?
Do carinho dos meus leitores. 


Pergunta do Manolas Leitoras:


Qual foi a sensação de ler o seu primeiro comentário?
Foi ótimo, é muito emocionante. 

Blog's que eu indico:


Luz. 
Thaís Peace

segunda-feira, 23 de abril de 2012

# Música do Dia

Olá, leitores. 
A tag, a partir de hoje será feita em parceria. 
Apresento Matheus Costa, mais conhecido como Morcego, integrante do grupo de rap Dialeto de Louco aqui no RJ. Esse talentosíssimo amigo fará uma estrofe em rap, dando uma "explicação" à música da vez. 
Vamos à tag? 

Ideologia, música do eterno poeta Cazuza é faixa de vários discos do artista, porém foi lançada no disco de mesmo nome em 1988 e até hoje é admirada por muitos jovens, e jovens de todos os tempos.
       

Ideologia - Cazuza

Meu partido
É um coração partido
E as ilusões
Estão todas perdidas
Os meus sonhos
Foram todos vendidos
Tão barato
Que eu nem acredito
Ah! eu nem acredito...
Que aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Frequenta agora
As festas do "Grand Monde"...
Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma pra viver
Ideologia!
Eu quero uma pra viver...
O meu prazer
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs
Não tem nenhum rock 'n' roll
Eu vou pagar
A conta do analista
Pra nunca mais
Ter que saber
Quem eu sou
Ah! saber quem eu sou..
Pois aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo
Em cima do muro
Em cima do muro...
Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma pra viver
Ideologia!
Pra viver...
Pois aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo
Em cima do muro
Em cima do muro...
Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma pra viver
Ideologia!
Eu quero uma pra viver..
Ideologia!
Pra viver
Ideologia!
Eu quero uma pra viver...
 Luz. 

Thaís Peace

sábado, 14 de abril de 2012

Sobre os Irmãos de Alma.



Hoje eu senti a necessidade de escrever sobre a gente. 
Cada um com seu cada um, nós respeitamos uns aos outros, como aprendemos desde pequenos, quando nossos pais nos ensinaram que existem diferenças em tudo e todos. Hoje, temos idade para entender o quão importantes essas diferenças são. 
E então quem dirá que somos todos iguais? E quem dirá que não somos? 
Nós temos tudo de todos e isso quem nos ensinou foi a vivência, foi o tempo, que é de fato o melhor professor que temos. 
Mas aqui somos um só, todos somos iguais, sendo diferentes. Estamos vibrando por um prazer único. Dividimos experiências e alegrias por essa banda que desde muito tempo nos faz feliz. Estamos juntos estando longe por um só amor. 
Acredito que cada indivíduo é responsável pelo seu próprio crescimento, cada ser sabe o que é melhor para si, dessa forma amadurecemos e aprendemos uns com ou outros. Por outro lado, crescemos observando tudo à nossa volta, ouvindo o que os outros tem para contar, absorvendo o conhecimento de todos. 
Assim, o Forfun nos ajudou a crescer. 
Nós, que adquirimos um certo prazer pela vida, temos a consciência de que eles cresceram e passaram para a gente ensinamentos que não existem nos livros didáticos. Aquele aprendizado que caminha conosco para onde irmos. Aquela lição que nos faz ter coragem para matar um leão por dia, e mesmo quando perdemos a batalha, sabemos que até os infortúnios tem o seu valor, na oportunidade de aprender com a dor
Assim temos paz para sorrir no fim por que sabemos que a nossa força física pode estar esgotada, mas a força da alma ainda vive e mais, ela transborda
É isso que nos faz acreditar que somos mais que um grupo de fãs, nós somos irmãos de alma lutando, sobretudo, para espalhar a luz que preenche o nosso ser
Nós vamos todos juntos, sendo aqueles que levam o amor, compartilhar essa tal alegria que conquistamos. 
É isso, amigos, que esse brilho nos olhos seja um sinal de que não abandonaremos a luta, seja ela qual for, pois ainda temos a Fé, a Calma e a Coragem


*Imagem produzida pelo forfunático Mozart Baéz


Luz. 


Thaís Peace